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Balanço do meu texto sobre Rodrigo Hilbert que viralizou

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Oito meses depois de publicar o texto ‘ALGUÉM PRECISA PARAR RODRIGO HILBERT’, ainda tenho diariamente muitas interações com a postagem, o que me fez abrir hoje as estatísticas para entender o tamanho da repercussão – orgânica – deste trabalho.

Resultado? Um baita susto – digassi di passagi! 

– 13.486.551 pessoas alcançadas
– 143.034 comentários
– 81.957 compartilhamentos

– 448.500 curtir
– 70.712 amei
– 173.613 haha
– 9.874 uau
– 691 triste
– 683 grr
– 17 gratidão

TOTAL: 927.036 reações, comentários e compartilhamentos.
Cliques em publicações da minha página: 2.601.222.

Detalhe: Isso tudo APENAS NO FACEBOOK, já que não tenho como mensurar toda repercussão que envolveu WhatsApp, Instagram, Twitter, etc.

Além de ter popularizado ainda mais o termo ‘Homão da Porra’, e tê-lo feito se tornar um “meme patrimônio do brasileiro” – e sinônimo de Hilbert, foi incrível ver diversos humoristas de Stand-up abordando o tema, bem como gigantes da comunicação, como ‘Porta dos Fundos’, ‘Sensacionalista’, canal ‘GNT’, entre muitos outros, que interpretaram todas as linhas com o mesmo bom humor com que elas foram escritas.

Inclusive, não posso esquecer de mencionar os “eventos” que criaram pedindo para “parar quem queria parar Rodrigo Hilbert”, com milhares de confirmados, e também lembrar a página que desenvolveram no Facebook chamada ‘Alguém Pare Rodrigo Hilbert’, esta que já tem quase 500 mil fãs. Muito incrível! 

Além disso, vieram depois outras ‘cartas abertas’ na mesma linha e que, confesso, também me divertiram bastante. 

Um agradecimento especial, inclusive, para o próprio Rodrigo Hilbert, que entendeu a brincadeira e levou super na boa toda essa onda que envolveu seu nome. Valeu, Rodrigão! 

Durante os últimos meses, meu texto foi alvo de muitos e muitos plágios. Foram várias pessoas publicando o texto como se fossem delas e também ganhando uma repercussão gigante na carona.

Coisa feia, né? Alguns chegaram até mim (graças a vocês que me avisaram), outros não.
Mas o tal ‘roubartilhar’ sem dar créditos acaba sendo algo natural em se tratando de Brasil. É o reflexo de tudo o que vivemos sem perspectiva de melhora, infelizmente.

Reforço que o problema não está nem em publicar sem dar os créditos, mas, sim, em afirmar que se é o autor sem realmente ser. Direito intelectual também é roubo. Mas, enfim, vida que segue. Apenas me pergunto: qual graça tem dizer que fez algo sem ter feito? Vai entender… 

Vejo esse é o tipo de trabalho como aquele que transcende o autor, sabe?
Chega um momento em que o texto é conhecido e o autor não. O texto é infinitamente maior do que eu, pois, milhões de pessoas conhecem meu texto, mas jamais ouviram falar de mim, e isso é realmente incrível. Até por isso recusei participar de programas e/ou dar entrevistas a respeito do assunto. Não via sentido em me projetar nas costas do Rodrigo ou de um artigo que escrevi brincando e com intuito único de divertir.

Qualquer artista que se preze, deve sentir-se lisonjeado quando sua obra fica mais conhecida do que seu próprio nome, pois demonstra que está sim no caminho certo. E, eu, como jornalista, jamais lutarei para ser maior do que a notícia – embora especificamente neste texto eu tenha feito uma abordagem voltada ao entretenimento e não ao jornalismo.

Bom, escrevo quase que diariamente sobre temas diversos que envolvem a paternidade, a prematuridade, a vida, o amor e situações cotidianas, e me sinto feliz por ter o dom para inspirar e despertar a reflexão em algumas poucas pessoas. Como sempre digo: o mundo não muda pelo muito, o mundo muda pelo pouco de cada um de nós. 

Assim como esse viral de maior repercussão da minha carreira até agora, todos os textos que publico são dissertados com a alma borbulhando na ponta da caneta, na intenção de tocar corações e mudar para melhor o dia de alguém.

Sou extremamente grato ao texto do Rodrigo, pq permitiu que meus outros trabalhos chegassem a muita gente. Conquistei novos leitores graças a ele e meu maior desejo agora é que todos continuem acompanhando e interagindo com esse tal Fernando Guifer.

É isso. Gente, meu MUITO OBRIGADO DE NOVO. VOCÊS SÃO INCRÍVEIS! 

Ah… clique aqui para ler o que falei especificamente sobre a publicação do texto do Rodrigo na época: https://goo.gl/cRu4Qi

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Foto: Divulgação/GNT

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