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A “democracia” brasileira e a parábola do elefante no toquinho

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“Era uma vez… um frágil bebê elefante, de circo, que, de tão pequenino, era amarrado pelos adestradores em um minúsculo toco de madeira – para que não fugisse.
Os anos passaram e, o animalzinho, que tornou-se um elefante adulto, grande e forte, continuou sendo amarrado naquele irrisório toquinho e mesmo assim jamais fugiu.

MORAL DA HISTÓRIA: o elefante foi aculturado àquela condição e perdeu a referência de sua própria força, já que, bastava um pouco de inteligência para, com um chutinho, quebrar a corrente e ganhar sua liberdade.”

AGORA, COM VOCÊS, A PARÁBOLA DO BRASILEIRO E SEU TOQUINHO CHAMADO DITADURA:

“Era uma vez… uma nação frágil, ignorante, de 3° mundo e que, de tão passiva, era enclausurada por políticos e militares num minúsculo toco chamado ditadura, que foi criado para evitar que ela pensasse, questionasse ou até mesmo se expressasse.
Os anos passaram e, essa nação, que tornou-se grande e forte, continuo sendo aprisionada ao toquinho chamado ditadura e jamais conseguiu desvincular-se dele.

MORAL DA HISTÓRIA: a nação foi aculturada àquela condição ditatorial e perdeu a referência de sua própria força, já que, bastava querer para, com um pouco de inteligência, quebrar essa corrente e ganhar pra valer sua liberdade, também conhecida por real democracia.”

Viram só?

Este é você, direita ou esquerda, ignorante pela própria natureza, que, embora não diga ou escreva, externaliza através de lamentáveis atitudes o seguinte pensamento:
“Sou favorável à democracia, desde que o outro pense exatamente igual a mim!”

Percebe como você não aprendeu absolutamente nada sobre o que é democracia mesmo depois de tanto tempo sob a tutela desse regime político?

Percebe como você não passa de um elefante no toquinho, que vive imerso ao próprio mundo e acredita que tudo o que lhe cerca deva girar ao redor do próprio umbigo?

Pois é…
E as eleições 2018 vieram justamente para comprovar isto: que a democracia definitivamente não é para amadores. Ou seja, não foi feita para nativos dessa pobre república federativa.

Mais do que toda polarização que vivemos, a falta de respeito com o arbítrio alheio (que tomou conta do país nos últimos meses) é a maior prova de que o brasileiro aparentemente saiu da ditadura, mas a ditadura jamais deixou a essência do brasileiro.

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